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Por Definir

Por Definir

31
Ago18

Uma pessoa distraída

Entretanto percebi que me esqueci do cabo para ligar a câmera ao computador. Vou ter que comprar outro aqui. Até lá, vão só as fotos do telemóvel. 

 

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Esta fotografia foi tirada por mim. 

 

 

30
Ago18

Entretanto por estas bandas

Ainda estou a estranhar tudo. Estou num país pobre com evidentes desigualdades sociais. É o primeiro país pobre que visito e a minha primeira impressão é de que não gosto. Todos os meus amigos me dizem que me vou habituar e vou acabar por amar esta experiência e amar o país. Tenho sérias dúvidas quanto a isso. Consigo enumerar algumas coisas de que gosto aqui mas, no geral, não, não me vejo a apaixonar pelo país. É uma realidade à qual não estou habituada e sim, acredito que daqui a umas semanas vou estar como peixe na água mas... adorar? Adorar ver desigualdades sociais? Adorar sentir o cheiro intenso, forte e enjoativo em todo o lado? Adorar ver restaurantes precários? Adorar comida estranha e cheia de óleo? Não, não me parece.

Por outro lado, irei adorar andar de mota todos os dias? Adorar encontrar produtos europeus nos supermercados? Adorar sentir-me segura? Adorar passar pelas pontes maravilhosas? Adorar que as pessoas sorriam muito? Já adoro.

Mas recomendo uma visita de 1 semana ou 2. 3 meses? 3 longos meses? Hum... Vão para países mais desenvolvidos como a Coreia do Sul, o Japão ou a China. Porque é que eu não fui para esses? Porque era mais caro. O custo de vida onde estou é baixo comparativamente com esses e por estar dependente dos meus pais, não me sentiria confortável em ter um custo de vida superior ao de Lisboa. Para além disso, queria presenciar a pobreza que há no mundo. Valorizar a vida e sentir-me uma sortuda por ter o que tenho. Atenção que não estou no país mais pobre da Ásia. Nem quero imaginar se estivesse. 6 dias aqui já foram suficientes para chegar a conclusões que procurava há muito tempo. Por favor, valorizem a vida.

22
Ago18

Da Europa para a Ásia

 As minhas férias estão quase a terminar mas enganam-se se pensam que vou voltar à minha rotina. Não vou. Vou ter uma rotina completamente diferente. Completamente nova. 

Não vou voltar para Lisboa mas também não vou ficar pelo Sul. No último ano dos meus estudos, vou passar uma temporada na Ásia. Opção minha. Sempre quis, houve oportunidade e organizei tudo o que era necessário. É já amanhã que parto e mais do que nervosa ou eufórica, estou muito ansiosa. Não gosto de não fazer nada nem de ser improdutiva. Já sinto falta de ter obrigações e elas vão começar daqui a nada.

Tenho mais medos do que possam imaginar mas também tenho mais curiosidade do que nunca. Vou sozinha e não conheço ninguém por lá. Estou também curiosa por me testar uma vez que nunca viajei sozinha nem nunca estive muito tempo sem ver amigos e família. Vai ser a aventura da minha vida e mal posso esperar por ela!

 

19
Ago18

Festas Populares

Não é só junho que abriga as festas populares. Durante o verão há bailes todos os fins-de-semana, pelo menos cá no Sul. São nestes bailaricos que a malta se junta e que mete a conversa em dia. Ontem foi uma noite assim. Reencontrei pessoas que não via há bastante tempo e revi outras tantas com quem lido diariamente. Há ainda quem dê um pézinho de dança mas esta matéria pertencem aos mais velhos. A rapaziada não gosta muito. Dizem que não têm jeito. Eu cá gosto bastante. Aliás, vou às festas populares com esse mesmo intuito. O pior é mesno no dia a seguir. 

Não falo da ressaca, essa não tenho, falo de 'andar desnoitada'. Normalmente deito-me não depois da meia-noite mas em noites de festa é de madrugada quando vou dormir. E custa-me. Custa-me muito. Acordo no dia seguinte ao meio-dia cheia de dores e cansadíssima. Este domingo foi assim. Cansativo e quase nem me mexi. Acreditem ou não, anseio pela segunda-feira.  

15
Ago18

O livro dos Baltimore

Há muito tempo que queria ler Joël Dicker. Tinha ideia que era um excelente escritor e que os seus livros tinham tido muito sucesso. Não sei bem qual foi a base para estas suposições uma vez que não me lembro de ler críticas acerca dele e das suas obras. De qualquer forma, pesquisei depois de terminar "O livro dos Baltimore". 

Após uma breve pesquisa, concluí que este não é o melhor livro de Joël Dicker. As críticas feitas a outras obras do autor são melhores e mais esfuziantes. De qualquer forma, continuam a gostar deste livro mas dizendo que não é, de todo, a melhor criação de Joël Dicker. 

Posso dizer que preferi a 1ª metade do livro à 2ª. Várias emoções passaram por mim ao longo das páginas que devorava avidamente. Ri, quase chorei e abri a boca de espanto. Não me lembro da última vez que um livro me transmitiu tais sentimentos. Senti-me envolvida na história, senti que conhecia todas as personagens e partilhei dos seus sentimentos.

É, inquestionavelmente, uma narrativa que nos prende e que nos cativa. Daqueles livros que não queremos parar de ler e que nos deixa muito ansiosos pelo seu desfecho. A analepse e a prolepse são constantes ao longo do livro. Ainda que os capítulos estejam bem definidos e devidamente datados, por vezes perdia-me no tempo histórico mas recuperava imediatamente quando iniciava o capítulo. 

Não é magnífico mas dá-nos vida e aquece-nos o coração. Mais uma vez, recomendo a sua leitura. Os outros títulos do autor estão na minha To Read List. 

12
Ago18

Tu não és como as outras mães

Quando vi este livro na biblioteca achei imediatamente que seria uma boa aposta. Contudo, por ser muito extenso fiquei um bocadinho na dúvida. Decidi trazê-lo, pelo sim, pelo não. 

Não me arrependi. É um livro que se lê bem, com uma linguagem corrente embora seja, por vezes, mais complexa, adequando-se às personagens. É contada na 1ª pessoa mas também na 3ª. Angelika é filha de Else e dá-nos a conhecer a sua história e a da mãe. A narrativa é passada entre os anos 20 e o final da 2ª Guerra Mundial, no final dos anos 40. 

Mais do que um livro sobre História, "Tu não és como as outras mães" dá-nos a conhecer a perspetiva de uma jovem mãe perante si mesma e pelos filhos quando a sua Alemanha está em constante mudança. O título não podia ser mais adequado. O papel de mãe é o mais evidenciado e sobre o qual a história gira. 
Não quero estender-me muito mais, é um livro que aconselho para os interessados em conhecer diferentes ângulos deste conflito militar. 
09
Ago18

Amanhecer e Entardecer

Sou uma pessoa de nascer do sol. Percebo o encanto pelo pôr-do-sol. Percebo todo aquele laranja na linha do horizonte e aquela luz maravilhosa pela qual somos brindados. O melhor pôr-do-sol que já vi foi no Sul. Por muito que adore outras cidades, outros sítios, fico arrebatada todos os dias com o céu do Sul. Tem dias que é uma mistura de azuis, rosas, roxos, laranjas... Enfim, um degrade simplesmente arrebatador. Gostava de conseguir captar o que os meus olhos vêem e partilhar com o mundo mas nenhuma câmera faz jus ao esplendor de cores. 

É, efetivamente, bonito. Mas o nascer do sol é o que me dá mais prazer de assistir. Não só porque adoro acordar cedo mas também porque o sol nasce quando ainda estão todos a dormir. A sensação de estar só eu a observar este fenómeno da Natureza dá-me alegria e paz. Muita paz.Tranquiliza-me muito. Fico para sempre agradecida quando assisto ao nascer do sol. A luz matinal é a minha preferida de todas. 

Adoro esta fotografia porque consigo captar exatamente o que ela quer transmitir: deslumbramento.

 

 

Nota

Todas as imagens aqui publicadas são do Pinterest, excepto se existirem indicações contrárias.

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